terça-feira, 3 de novembro de 2020

Hoje o dialogo é com DJ KL Jay do Racionais MCs.

 Hoje, terça feira 3 de Novembro 2020 às 20h, na Twitch do BF, teremos mais uma edição do Programa 'Algo a Dizer', ao vivo!

Gil e Jaime Diko Lopes tem de convidado nada mais nada menos que DJ KL Jay do Racionais MCs.

O Dialogo vai ser maravilhoso!!!!

Tem alguma Pergunta? coloca nos comentários aqui

Não perde essa por nada.

Radio Mixtura apresenta Déborah Crespo" para Festival Estéticas das Periferia

Olá ola hoje terca feira 3 de novembro 2020 as 19h vai ao ar a gravação "Radio Mixtura apresenta Déborah Crespo" Para Festival Estéticas das Periferias

É um espetáculo super gostosinho de assistir com uma cantora maravilhosa. A gravação aconteceu em um lugar super aconchegante

Bora assitir com agente na hora da estréia? Vai ser no canal do YouTube da Ação Educativa.

Vai perder? Rsrsrsrs

Até lá

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Radio Mixtura no Festival Estéticas das Periferias

É uma grande honra e um prazer imenso para a Rádio Mixtura sentir e fazer parte desta construção da rede de afeto que se chama Estéticas das Periferias e que estamos celebrando 10 anos

Todo ano nos encontramos pessoalmente para conversar sobre lutas, curadoria, conceito, homenagens, programação, estratégia de produção, estrategia de comunicação, patrocínio

Os encontros é uma fertilidade de acolhimento regado de olhares, sorrisos abraços, beijos, choros, gargalhadas, troca de sabedorias , troca de tecnologia enfim não cabe aqui o tamanho de sentimento em palavras

Esse ano foi diferente. Devido ao Óbvio do que está acontecendo no mundo.

Não encontramos pessoalmente mais isso não fez que falta-se fevervor desta família maravilhosa .


Claro que nada substitui o presencial mesmo porque o que gostamos mesmo é nos aglomerar.

Mais bora cuidar da saúde que 2021 será tudo diferente.


Saudades de todes.

GRATIDAO

Até breve.

⚠ ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS 2020 DE 31 DE OUTUBRO A 08 DE NOVEMBRO ⚠

⚠ ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS 2020 DE 31 DE OUTUBRO A 08 DE NOVEMBRO ⚠

📣 Completamos uma década em um momento singular para todes, momento em que as bordas da cidade seguiram transformando o luto em luta, produzindo arte e partilhando as nossas já habituais estratégias de sobrevivência e reinvenção com toda a cidade.

É neste cenário, que anunciamos a décima edição do Estéticas das Periferias, ela vai acontecer, será ainda maior, ocuparemos o ciberespaço em 2020 com alegria, inovação e muito da nossa história e força.

📻E a Rádio Mixtura e está participando deste movimento e momento Especial✊🏿

Em breve, acompanhe as divulgações em nossas redes sociais e espalhem a novidade. Contamos com vocês!

⚠ ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS 2020 DE 31 DE OUTUBRO A 08 DE NOVEMBRO

⚠ ESTÉTICAS DAS PERIFERIAS 2020 DE 31 DE OUTUBRO A 08 DE NOVEMBRO

“Pipa, Arraia, Papagaio, Curica, Pandorga”, são muitos os nomes atribuídos a esse brinquedo que, além de emprestar cor e vida aos céus de São Paulo, é a “cara” e a “imagem” de todas as edições do Encontro Estéticas das Periferias.

Completando 10 anos de existência, o Estéticas das Periferias segue buscando reunir e celebrar a arte periférica dos territórios paulistas. A arte periférica, assim como as pipas, é um “alento, um sinal de esperança, de encantamento, enquanto um dá sentido à vida dura, o outro empresta beleza ao céu cinza”.

Na célebre canção “Olha a pipa”, Jorge Ben Jor canta “Naquele campo verde que ainda existe; Longe dos fios elétricos; Eu vou soltar a minha pipa, eu vou”. Quem já foi um menino ou menina com uma pipa, ou pelo menos já viu uma criança controlando um pipa com uma linha, logo tem vontade de reviver ou rever essa cena, são poucas as pipas e são poucos os lugares longes dos fios elétricos nas grandes cidades.

Sérgio Vaz, vê a pipa como um pássaro de papel, que apesar de “longe da gaiola”, tem a “liberdade vigiada pela linha de carretel”. Na busca pela “Fórmula Mágica da Paz”, Mano Brown, ao sentir a brisa da manhã e vendo o sol nascer, se lembra “É época de pipa, o céu está cheio, quinze anos atrás eu tava ali no meio”.

Essa brincadeira “analógica”, que exige habilidades ainda não captadas pelo mundo virtual, é também poesia. Empinar pipa é disputar os céus, é se manter no espaço. E isso tem a ver com a dinâmica da periferia, onde se luta pra sobreviver no dia a dia. É correria.

A pipa assim, é uma metáfora da quebrada. É um traço de identidade, é como aquelas antenas gigantes que só tem no fundão da cidade. São como os tênis nos fios de eletricidade, as rodas de samba, o fluxo do funk, o mutirão para encher laje, o som do Racionais que sai dos falantes do opalão customizado. A pipa é como o churrasquinho na laje, a feira de sábado, criança na rua jogando bola. A pipa é cultura de periferia de cabo à rabiola


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